outubro 24, 2021

Reprise? Confira as possíveis substitutas de Coração indomável.

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Ana Brenda Contreras e Daniel Arenas são respectivamente Maricruz e Otávio em Coração Indomável. (Foto/Reprodução: Televisa S. A) 


Um sucesso retumbante de audiência, a reprise de "Coração Indomável", protagonizada por Ana Brenda Contreras e Daniel Arenas já se encontra na reta final, conseguindo excelentes índices e muito satisfatórios para a direção da emissora. Desta forma, escolher com cautela sua substituta visando manter sua audiência e quem sabe até atrair mais público, sem dúvidas não é uma tarefa fácil. 


Confira a seguir algumas reprises que podem assumir a faixa de Coração Indomável:


1 - "Um Caminho Para O Destino (2016)", exibida no SBT em 135 capítulos, de agosto de 2017 à março de 2018, a trama foi produzida por Nathalie Lartilleux, tem Paulina Goto e Horácio Pancheri como protagonistas e com uma média geral de 6,93 pontos é uma forte candidata para assumir a vaga. 


Horácio Pancheri e Paulina Goto viveram os protagonistas Carlos e Luísa Fernanda em Un Camino Hacia El Destino. (Foto/Reprodução: Televisa S/A) 



2 - "Mar De Amor (2009)", outra produção de Nathalie Lartilleux, foi exibida entre maio e novembro de 2016 em 136 capítulos pelo SBT. Protagonizada por Zuria Vega e Mario Cimarro, constantemente ficou bem acima da meta durante sua exibição, sempre na vice liderança e fechou sua transmissão com média total de 7,54 pontos. 


Mar de Amor contou com Zuria Vega e Mário Cimarro como os mocinhos Estrela e Victor Manoel. (Foto/Reprodução: Televisa/S.A)



3 - "A Gata (2014)", outra produção de Nathalie Lartilleux, a novela teve protagonismo de Maite Perroni e Daniel Arenas em mais um dos contos de gatas borralheiras que dão a volta por cima que as donas de casa adoram. A trama foi exibida em 2016 pelo SBT, chegando a excelentes 11 pontos de média por diversas vezes durante sua transmissão no Brasil. 


Maite Perroni como Esmeralda em A Gata. (Foto/Reprodução: SBT/Televisa S.A)



4 - "Amanhã é Para Sempre (2008)", Sendo uma produção de Nicandro Díaz González, protagonizada por Silvia Navarro, Lucero e Fernando Colunga. A trama foi exibida de Fevereiro a Agosto de 2018 pelo SBT, com 120 capítulos, com um total de 7,31 de média de público geral, a novela final como um sucesso de audiência. 


Fernanda e Eduardo foram imortalizados por Silvia Navarro e Fernando Colunga em Amanhã e Para Sempre. (Foto/Divulgação: SBT/Televisa S. A) 



5 - "Teresa (2010)", exibida no SBT em 136 capítulos, de Outubro de 2015 a Abril de 2016 a trama foi produzida por José Alberto Castro e tem no elenco Angelique Boyer, Sebastían Rulli e Aaron Díaz como protagonistas e com uma média geral de 7.39, chegando a bater recordes de audiência. 


Angelique Boyer é Teresa, ambiciosa, linda e sedutora ela é disputada por Mariano, personagem de Aaron Díaz e Arturo de la Barrera, vivido por Sebastián Rulli. (Foto/Reprodução: Televisa S.A via redes sociais) 


6 - "Sortilégio (2009)", exibida no SBT em 88 capítulos, de Outubro de 2014 a Fevereiro de 2015 a trama foi produzida por Carla Estrada no elenco tem como protagonistas William Levy, Jacqueline Bracamontes e David Zepeda e com uma média geral de 6.42, em diversos capítulos chegando a ficar na viçe - liderança. 


William Levy e Jacqueline Bracamontes encarnaram Alessandro e Maria José em Sortilégio. (Foto/Reprodução: SBT/Televisa) 



Lembrando que a próxima novela das 17h30 da tarde será divulgada nos próximos dias. Qual você gostaria que fosse? 

outubro 06, 2021

Quebramos 5 argumentos rasos e inverdades propagadas sobre 'A Usurpadora, A Série'. Confira!

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 "Uma boa filha à casa torna! Nos 40 anos do SBT, é você quem ganha o presente. Vem aí 'A Usurpadora, a série'", assim diz a chamada veiculada via Twitter no perfil oficial de novelas do canal e na TV desde 16 de setembro. Mas o que esperar desta versão? 


Desde que começaram a ir ao ar, as chamadas despertaram um grande alvoroço nas redes sociais e dividiram dois times: os verdadeiros fãs de mexicanas que ficaram felizes com a nova faixa, que tanto pediam a emissora e desejavam há anos no horário noturno e, do outro lado, haters e pessoas que deixaram de ver novela mexicanas no SBT entre as décadas de 90 e 2000, inconformados com o novo remake. Dos fãs já sabemos o objetivo e os vemos divulgando e fazendo o que podem nas redes sociais para atrair mais público, enquanto os haters soltam inverdades e atacam aspectos da produção e elenco que sequer conhecem ou procuraram se aprofundar pesquisando a cerca. Pensando nisso, separei e resolvi quebrar as 5 maiores inverdades e argumentos rasos, que andam destilando por aí, sobre esta nova versão:


1. "MAIS UMA CÓPIA!" 



Algumas pessoas viram a chamada no ar e simplesmente já começaram a soltar frases como: "Nossa, lá vem mais um copia e cola", "A Televisa vive de cópias?", "Lá vem uma xerox mal feita de A Usurpadora". A questão é, quantos foram pesquisar e buscar confirmar o que falavam? Evitaria muita desinformação e ajudaria bastante na veracidade de conteúdo que espalham pelas redes. 


Carmen Armendariz resolveu ousar, confiar em seus autores e produzir uma versão com ares modernos, próximos do cotidiano do público e usando um dos elementos principais e necessários de nossa sociedade: a política. Esse é o pano de fundo da série. E no foco central, que são as irmãs gêmeas, temos aqui uma Paola perigosa, astuta e ambiciosa e uma Paulina empoderada, firme, forte e que vai crescendo e se tornando cada vez maior no decorrer da produção.


Quando Paola manda Paulina para seu lugar, seu objetivo é matá-la para que todos pensem que ela está morta e assim possa usufruir sua vida em paz, com seu amante. Mas será que vai dar certo? 

Um texto muito diferente da versão de 98, pra ser considerado “copia e cola”!


2. "ESSA ATRIZ AÍ JAMAIS INTERPRETARÁ UMA PAULINA DECENTE E NEM TEM BELEZA E SENSUALIDADE PARA SER UMA PAOLA BRACHO!"


Sandra Echeverria como a Paola Bernal e Paulina Miranda em 'A Usurpadora, A Série' (2019). (FOTO/REPRODUÇÃO: Televisa S. A) 


A própria Gaby Spanic disse que Echeverría é muito talentosa e lindíssima e que arrasaria, pois a conhece como profissional e pessoa. Preciso falar mais alguma coisa? 


Se nem os perfis de Paola e Paulina desta remasterização são uma cópia fiel de nenhuma das gêmeas de 1998, por que a atuação teria que ser? Nossas icônicas e memoráveis protagonistas dos clássicos não são comparáveis e muito menos copiáveis, e tampouco esse é o objetivo desse reboot. 

Sandra Echeverría imprimiu seu talento, deu um espetáculo de atuação e finalizou a trama deixando boquiaberto a todos os que criticaram sua escalação e duvidaram de seu talento. E muito provavelmente isso acontecerá aqui também, se deixarem o preconceito de fora e assistirem de coração aberto, lógico. 


E quanto a beleza, como assim a atriz não possui? Sandra Echeverría é lindíssima, é uma mulher exuberante. É sensual, tem um olhar marcante e é uma beldade. Mas o que se entende por beleza na sociedade atual? Nunca nada estará bom para todos. Sempre haverá críticas, seja em relação às características físicas, personalidade, estilo. Infelizmente o que não é o padrão vira alvo. Mas sabemos bem que quando se critica a beleza da atriz, não é sobre a atriz. Muitos se revoltaram com a transmissão da série e vieram destilar e desviar o foco nos ataques à profissional, mas sabe o que é mais engraçado? Essas pessoas nunca foram vistas pelos fandoms, nem comentando em tags das novelas e muito menos citando as atuais. Em resumo, estão presas à clássicos, não acompanham a evolução da Televisa e atacam o que é novo. Ou seja, claramente são pessoas presas nas versões clássicas e que pararam de ver novelas mexicanas no SBT entre as décadas de 90 e 2000. 


3. "PREFIRO A VERSÃO ORIGINAL (se referindo a versão de 1998)".


Sem dúvidas a versão de 1998 é a de maior sucesso, a mais famosa internacionalmente, a mais comentada e a que mais amamos. Além de ter sido marcada pela icônica atuação de Gaby Spanic, ela se torna inesquecível pelo seu conjunto da obra e as emoções que nos despertam. Mas você sabia que ela não foi a primeira? Pois é, apesar de ter sido a mais memorável e querida, a trama de 98 é a quarta releitura (para televisão) desta história. Em 1971 a RCTV produziu "La Usurpadora" na Venezuela, baseada na radionovela homônima de Inés Rodena, com Marina Baura como as irmãs. No ano de 1981 a Televisa fez sua primeira versão chamada "El Hogar Que Yo Robé" protagonizada e antagonizada por Angélica María. Posteriormente, em 1986 a RCTV resolveu fazer outra versão, dessa vez com o título "La Intrusa" tendo Mariela Alcalá em duplo papel. E só então, em 1998, veio a icônica refilmagem com Gaby Spanic marcando o mundo com sua excelente atuação com dois papéis inesquecíveis. 


Marina Baura e Raul Amundaray em divulgação da RCTV para La Usurpadora 1971.

Angélica María como Victoria e Andrea em 'El Hogar Que Yo Robé' (1981) da Televisa. 

María Alcalá como Estrella e Virgínia em 'La Intrusa' (1986) segunda versão da RCTV. 



4. "19 MINUTOS DO ESPECIAL DO SBT E ACHEI ESSA VERSÃO PÉSSIMA E CORRIDA!" 


Sandra Echeverria como Paola Bernal, Edição Especial exibida pelo SBT. (Foto/Reprodução: SBT S.A)


Julgar 19 minutos de uma edição especial, não é o caminho. De 45 minutos, o SBT cortou 26. O intuito era apenas atrair o público, para lhes situar que trata-se de uma nova produção, com um enredo totalmente distinto do já conhecido e desta forma deter sua atenção. E realmente cumpriu o prometido. Mas, a edição especial deixou de exibir muita coisa e deixou uma parte, para, então, ser exibida apenas na estreia. Por isso o nome "edição especial", compreendem? Então, não dá para criticar sendo que a trama ainda nem começou realmente. O correto seria dar uma chance, assistir por uma semana e, após isso, decidir se realmente vale ou não a pena acompanhar. 


5. "MUDARAM MUITA COISA, NÃO TEM NADA DE A USURPADORA AÍ."


A trama usa a política como pano de fundo principal. Andrés Palacios ao lado de Sandra Echeverría, Carlos Bernal e Paulina Miranda respectivamente. (FOTO/REPRODUÇÃO: TELEVISA S.A)



Paola quer a morte de Paulina à todo custo e para isso não medirá esforço. Sandra Echeverría vive as protagonistas. (FOTO/REPRODUÇÃO: SBT S.A)


Essa é uma meia verdade. Apesar das alterações, foi sim conservado a espinha dorsal de A Usurpadora (1998). O foco nas gêmeas é o mesmo, e assim como Paola só queria se divertir, essa aqui também não foge totalmente do perfil. Apesar de que, ela se mostra humana também e em muitos momentos mostra que só queria se sentir amada. Enquanto Paulina, assim como a de Spanic, também luta para salvar a família a qual é imergida contra sua vontade e luta com todas as suas forças para que eles não se afundem. Ela fará de tudo para salvar o governo de Carlos Bernal, sua sobrinha Lizette e seu enteado Emilio (o Carlinhos desta versão). 


É uma trama densa, ágil e muito bem construída, possui abordagens extremamente necessárias e atuais como drogas, alcoolismo, Alzheimer, perigos da internet e muitas outras. Repleta de excelentes atuações do início ao fim e com um enredo marcante. Aliás, vocês têm muito a se surpreender. Assistam, desfrutem e apreciem, é uma nova faixa e se for sucesso o próprio diretor já confirmou que outras obras vão dar a cara no horário. Não seria ótimo?